No meu período de usuária de sites de namoro, recebi dezenas de mensagens absurdas... a que conto hoje mostra como alguém, mesmo quando bem-intencionado, pode encontrar exatamente o que não quer achar...
O e-mail vinha de um perfil sem foto, o que, em geral, me fazia nem perder tempo e só mandar uma msg dizendo que não respondia a donos de perfis assim. Mas o e-mail era longo e trazia uma poesia (ruim, é verdade) no fim. Resolvi ler. O cara se apresentava como viúvo, um Presidente de companhia de cosméticos que não colocava a foto porque era uma pessoa conhecida. Propunha um encontro imediato e já até escolhia data, restaurante e o que a gente ia comer (uma pizza) mas isso, é claro, somente se eu fosse realmente a moça das fotos disponíveis no meu perfil. Porque, segundo ele, já se encontrara com algumas mulheres e as fotos não condiziam com quem elas realmente eram. Em geral, eram fotos bem antigas ou que receberam tratamento digital. Por isso, queria que eu mandasse fotos atuais e com pouca maquiagem (porque como sou do ramo sei como a maquiagem pode transformar um dragão numa mulher lindíssima, dizia). Em troca, me mandaria as fotos dele. No meio disso tudo, enfatizou, várias vezes, sua situação econômica privilegiada e indicou que estava disposto a me dar um alto padrão de vida.
O e-mail de onde partiu a msg era realmente da presidência de uma empresa real. Claro que poderia ser um assessor qualquer que o abria e estava disposto a brincar. Mas algo naquilo tudo me fez acreditar que ele fosse quem realmente quem dizia ser.
Minha primeira reação foi esclarecer que eu não estava procurando o golpe do baú e que não estava buscando alguém para me sustentar e sim alguém para amar. Mas fiquei com pena. Devolvi uma msg mais longa que a dele explicando as razões do meu não interesse: a falta de disponibilidade em se expor qdo eu estava me expondo; sua idade acima do que eu tinha especificado; sua pressa de marcar um encontro, já que eu preferia conversar bastante antes de partir prá um encontro real evitando assim uma grande roubada.
Aproveitei e incluí umas dicas: se procurava, como dizia, uma companheira de fato devia ressaltar menos seu status financeiro e mostrar mais suas qualidades pessoais; que devia procurar conhecer melhor as mulheres que o interessavam antes de partir para um encontro; que ao se expor, mostrando sua foto, confirmava sua disposição real de encontrar alguém; que ao valorizar tanto a parte física da mulher que estava abordando, perdia a chance de saber se ela era realmente uma pessoa real; e finalmente que, ao propor um encontro, deveria deixar espaço para que a outra pessoa também pudesse opinar sobre o que fazer, onde ir etc.
Claro que minha compaixão não me impediu de esclarecer que: sim, eu era aquela das fotos que eram todas daquele ano; que não precisava mandar nenhuma nova foto já que não uso maquiagem quase nunca - no dia-a-dia apenas um batom cor de boca.
Não sei se funcionou. Ele me mandou uma msg agradecendo minha resposta e me desejando sorte. Espero que sim.
quarta-feira, 10 de junho de 2009
domingo, 7 de junho de 2009
tempo de roubada - sobre ontem à noite
"Sobre ontem à noite", de Edward Zwick, é um filme que gosto muito e que fala do encontro casual de dois jovens que acaba evoluindo para uma relação mais forte... Mas nem tudo é assim... No mundo real, o ontem à noite tem, na maioria das vezes, encontros que apenas te lembram como ficar em casa sem fazer nada pode ser uma ótima opção... Ontem foi assim... Começo essa série pela campeã da noite: uma roubada daquelas capazes de chocar até mesmo o indivíduo mais sem noção (ou como dizia um aluno meu: sem senso de noção).
Já estava no baile há algum tempo, tinha dançado um pouco com parceiros diferentes... O papo de sempre, como vc se chama, o que faz, onde mora... nada prá se impressionar mas também nada a preocupar... De repente o convite: - Vamos dançar? O cara não tinha nada de especial, baixinho, gordinho, não era bonito mas também não era um frankstein, não parecia esquisito, então... - Ok, vamos.
(Aqui preciso abrir um parêntesis na narrativa: se vc não costuma frequentar bailes, saiba que nesse tipo de ambiente, em geral, não é muito educado dizer não. Afinal, na teoria, as pessoas que estão lá foram porque gostam de dança de salão e estão prá praticar... a paquera não seria - ou não deveria ser, segundo a teoria - o principal... Então, tirando pessoas muito esquisitas, a tendência é dizer sim. E como "esquisito" é um conceito relativo, a maioria, em algum momento, consegue um sim...)
Como na prática a teoria é outra, resolvo checar o quanto o parceiro sabe dançar antes de começar. - Vc sabe dançar pagode?, pergunto. - Sim. - Ah! então vai poder me ensinar, digo simpaticamente sem revelar que estou no nível avançado do curso de Dança de Salão. E vem a primeira bomba: - Mas vc quer dançar ou quer que eu te ensine? - Ui, não vai ser fácil... Quanto tempo dura mesmo uma música?, penso... mas digo: - Tem diferença? - Claro, se a gente for dançar vamos ficar por aqui só indo de lá para cá, se for te ensinar, aí temos que rodar o salão e eu ir te mostrando os passos.
Decido não responder - as duas opções parecem bem ruins. Quatro minutos, vai passar rápido. Ponho minha cara de paisagem e sigo em frente. Mas nada pode ser tão suave... - Sabe que logo que te vi percebi que vc era chata? E por que não tirou alguém legal para dançar?, imagino... - Ah, é? E resolveu fazer penitência dançando comigo? - Bom, ninguém é perfeito, todo mundo têm defeitos. Uns mais que os outros... mas insisto na cara de paisagem.
Insistência vã. - Tinha certeza que vc ia falar não quando eu te chamei prá dançar. Por que eu não fiz isso??? - Não, não costumo fazer isso. A não ser com gente muito esquisita ou incoveniente. Pronto, dei o primeiro alerta, agora ele se toca... quanto tempo falta mesmo pro final da música? - Não acredito nisso. Ok, sou chata e mentirosa... mas dá para notar que minha cara de paisagem é de tempestade à vista? - Eu sou grosso, já cheguei dizendo "Vamos dançar?", nem mesmo disse boa noite... Bom, pelo mesmo parece que não há uma total falência da autocrítica... Já se passaram quanto, 30 segundos? Deve ser carma...
- Vc não está entendendo... te vi assim que você entrou... e quando sorriu... que boca, que sorriso... Ai, meu Deus, é carma mesmo... e dos pesados... os crimes das encarnações passadas devem ter sido grandes... - Olha, desculpe, mas eu vim aqui só para dançar, não estou a fim de nada neste estilo. Segundo alerta, agora vai funcionar! Fácil, fácil, tenho esse discurso já decorado prá essas situações...
- No início eu também fazia isso, mas não mais. E vc não está acreditando em mim. Por que será? Seria pela voz meio pastosa de quem já exagerou no álcool? Ou por que, segundo a segundo, vc consegue piorar as coisas? A cara de paisagem já se foi e eu aposento o sorriso educado. Os olhos começam a se acinzentar... - Sinal de raios e tempestades, dizia meu pai...
- Eu posso te contar tudo que você fez até agora, com quem dançou, o que bebeu, quantas vezes levantou. Que meeeeda! Será que é minha noite de Atração Fatal??? Bom, pelo menos não sou casada nem tenho um coelho... -Olha, esse papo está ficando incoveniente. É melhor parar, ok? Tática de guerra, se os alertas não funcionaram, vamos prá ação direta.
- Não, eu quero que vc entenda... Sei exatamente como você é... Ai, meu Deus II! E eu paguei 20 anos de análise prá achar que nunca vou saber totalmente... quanto dinheiro desperdiçado... era só ter consultado esse guru... A cara de paisagem, o sorriso educado, a tentativa de terminar o martírio de forma de serena, tudo já se foi... Não importa mais quanto tempo falta prá música terminar. Só quero voltar prá mesa!
- Vc não se deixa levar por ninguém, ignora quaisquer pedras no caminho, não se importa com que os outros querem... pronto, minha deixa! Nem preciso me preocupar mais: basta confirmar as expectativas... - Vou voltar para a mesa.
- Como? Não, espere... - Não, isso já foi inconveniente demais. Não vou mais dançar. Desculpe.
Atravesso o salão rápido e chego à mesa. Quando vou começar a contar prá minha amiga o surrealismo da história, ele se debruça. Veio tão rápido que parece que o álcool atrapalhou apenas o raciocínio, não os movimentos. Ai, Senhor! Onde foi que eu errei? Deve ter sido o "desculpe" no fim. Devia ter parado no "não vou mais dançar"...
- Vamos conversar, não quero que você reaja assim. - Tudo bem, outra hora a gente conversa. Agora quero ficar aqui com minha amiga. - Não, não quero que fique um clima ruim. Quando a gente se encontrar de novo quero poder te cumprimentar... como amigos...
Ele estende a mão... olho prá minha amiga, que olha pro alto provavelmente prá não rir... ou chorar... procuro alguma ajuda a volta... Alguns homens olham mas parecem mais interessados em ver o desfecho da história que interferir para salvar uma mulher em apuros... ok, vamos terminar isso.
Estendo minha mão de volta. Ele a segura e beija. Eu devolvo um meio sorriso, não, um quarto de sorriso e penso: Agora ele vai embora. Mas não, os carmas tem que ser pagos integralmente. - Vamos voltar a dançar?
Chega. Agora não há educação ou compaixão humana que justifique. - Não, não vou e chega desse papo. Vc pode me dar licença, por favor? Está me incomodando! - Olha, eu quero que a gente seja amigos e... - Ok, (não deixo ele terminar a frase) somos amigos mas agora me dê licença.
Apesar das palavras, uso o tom mais firme do qual me lembro... o tom que o treinador da minha cachorra me ensinou. Não é mais um pedido, é uma ordem. Senta, junto, deita. Funciona. Novo beijo na mão e ele se vai.
Penso no livro de auto-ajuda que ganhei e que permanece fechado na estante, nos programas de humor terríveis que a TV passa no sábado à noite... Tudo que me fez sair de casa, agora me parece um programa paradisíaco...
Já estava no baile há algum tempo, tinha dançado um pouco com parceiros diferentes... O papo de sempre, como vc se chama, o que faz, onde mora... nada prá se impressionar mas também nada a preocupar... De repente o convite: - Vamos dançar? O cara não tinha nada de especial, baixinho, gordinho, não era bonito mas também não era um frankstein, não parecia esquisito, então... - Ok, vamos.
(Aqui preciso abrir um parêntesis na narrativa: se vc não costuma frequentar bailes, saiba que nesse tipo de ambiente, em geral, não é muito educado dizer não. Afinal, na teoria, as pessoas que estão lá foram porque gostam de dança de salão e estão prá praticar... a paquera não seria - ou não deveria ser, segundo a teoria - o principal... Então, tirando pessoas muito esquisitas, a tendência é dizer sim. E como "esquisito" é um conceito relativo, a maioria, em algum momento, consegue um sim...)
Como na prática a teoria é outra, resolvo checar o quanto o parceiro sabe dançar antes de começar. - Vc sabe dançar pagode?, pergunto. - Sim. - Ah! então vai poder me ensinar, digo simpaticamente sem revelar que estou no nível avançado do curso de Dança de Salão. E vem a primeira bomba: - Mas vc quer dançar ou quer que eu te ensine? - Ui, não vai ser fácil... Quanto tempo dura mesmo uma música?, penso... mas digo: - Tem diferença? - Claro, se a gente for dançar vamos ficar por aqui só indo de lá para cá, se for te ensinar, aí temos que rodar o salão e eu ir te mostrando os passos.
Decido não responder - as duas opções parecem bem ruins. Quatro minutos, vai passar rápido. Ponho minha cara de paisagem e sigo em frente. Mas nada pode ser tão suave... - Sabe que logo que te vi percebi que vc era chata? E por que não tirou alguém legal para dançar?, imagino... - Ah, é? E resolveu fazer penitência dançando comigo? - Bom, ninguém é perfeito, todo mundo têm defeitos. Uns mais que os outros... mas insisto na cara de paisagem.
Insistência vã. - Tinha certeza que vc ia falar não quando eu te chamei prá dançar. Por que eu não fiz isso??? - Não, não costumo fazer isso. A não ser com gente muito esquisita ou incoveniente. Pronto, dei o primeiro alerta, agora ele se toca... quanto tempo falta mesmo pro final da música? - Não acredito nisso. Ok, sou chata e mentirosa... mas dá para notar que minha cara de paisagem é de tempestade à vista? - Eu sou grosso, já cheguei dizendo "Vamos dançar?", nem mesmo disse boa noite... Bom, pelo mesmo parece que não há uma total falência da autocrítica... Já se passaram quanto, 30 segundos? Deve ser carma...
- Vc não está entendendo... te vi assim que você entrou... e quando sorriu... que boca, que sorriso... Ai, meu Deus, é carma mesmo... e dos pesados... os crimes das encarnações passadas devem ter sido grandes... - Olha, desculpe, mas eu vim aqui só para dançar, não estou a fim de nada neste estilo. Segundo alerta, agora vai funcionar! Fácil, fácil, tenho esse discurso já decorado prá essas situações...
- No início eu também fazia isso, mas não mais. E vc não está acreditando em mim. Por que será? Seria pela voz meio pastosa de quem já exagerou no álcool? Ou por que, segundo a segundo, vc consegue piorar as coisas? A cara de paisagem já se foi e eu aposento o sorriso educado. Os olhos começam a se acinzentar... - Sinal de raios e tempestades, dizia meu pai...
- Eu posso te contar tudo que você fez até agora, com quem dançou, o que bebeu, quantas vezes levantou. Que meeeeda! Será que é minha noite de Atração Fatal??? Bom, pelo menos não sou casada nem tenho um coelho... -Olha, esse papo está ficando incoveniente. É melhor parar, ok? Tática de guerra, se os alertas não funcionaram, vamos prá ação direta.
- Não, eu quero que vc entenda... Sei exatamente como você é... Ai, meu Deus II! E eu paguei 20 anos de análise prá achar que nunca vou saber totalmente... quanto dinheiro desperdiçado... era só ter consultado esse guru... A cara de paisagem, o sorriso educado, a tentativa de terminar o martírio de forma de serena, tudo já se foi... Não importa mais quanto tempo falta prá música terminar. Só quero voltar prá mesa!
- Vc não se deixa levar por ninguém, ignora quaisquer pedras no caminho, não se importa com que os outros querem... pronto, minha deixa! Nem preciso me preocupar mais: basta confirmar as expectativas... - Vou voltar para a mesa.
- Como? Não, espere... - Não, isso já foi inconveniente demais. Não vou mais dançar. Desculpe.
Atravesso o salão rápido e chego à mesa. Quando vou começar a contar prá minha amiga o surrealismo da história, ele se debruça. Veio tão rápido que parece que o álcool atrapalhou apenas o raciocínio, não os movimentos. Ai, Senhor! Onde foi que eu errei? Deve ter sido o "desculpe" no fim. Devia ter parado no "não vou mais dançar"...
- Vamos conversar, não quero que você reaja assim. - Tudo bem, outra hora a gente conversa. Agora quero ficar aqui com minha amiga. - Não, não quero que fique um clima ruim. Quando a gente se encontrar de novo quero poder te cumprimentar... como amigos...
Ele estende a mão... olho prá minha amiga, que olha pro alto provavelmente prá não rir... ou chorar... procuro alguma ajuda a volta... Alguns homens olham mas parecem mais interessados em ver o desfecho da história que interferir para salvar uma mulher em apuros... ok, vamos terminar isso.
Estendo minha mão de volta. Ele a segura e beija. Eu devolvo um meio sorriso, não, um quarto de sorriso e penso: Agora ele vai embora. Mas não, os carmas tem que ser pagos integralmente. - Vamos voltar a dançar?
Chega. Agora não há educação ou compaixão humana que justifique. - Não, não vou e chega desse papo. Vc pode me dar licença, por favor? Está me incomodando! - Olha, eu quero que a gente seja amigos e... - Ok, (não deixo ele terminar a frase) somos amigos mas agora me dê licença.
Apesar das palavras, uso o tom mais firme do qual me lembro... o tom que o treinador da minha cachorra me ensinou. Não é mais um pedido, é uma ordem. Senta, junto, deita. Funciona. Novo beijo na mão e ele se vai.
Penso no livro de auto-ajuda que ganhei e que permanece fechado na estante, nos programas de humor terríveis que a TV passa no sábado à noite... Tudo que me fez sair de casa, agora me parece um programa paradisíaco...
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tempo de solteira
Toda mulher que passa ou passou um tempo solteira tem boas histórias prá contar... E a maioria de roubadas... E se já está na casa dos quarenta, então... nem diga! É impressionante como o tempo ajuda a que os protagonistas de péssimas cantadas se aperfeiçoem... atingem quase a perfeição...
Há uns meses atrás, dessas conversas sobre as roubadas em que nos metemos (ou nos colocam, porque nem sempre é culpa nossa) eu e um amigo pensamos em criar um site prá contar histórias especificamente sobre as paqueras virtuais (antes que vc se pergunte, sim, já frequentei os tais sites de namoro!!!). A idéia era contar histórias, mostrar os sinais mais comuns de que se trata de uma roubada e dar dicas de como sobreviver ao namoro pela net... Depois nos afastamos e a história ficou por isso mesmo - tanto a do site quanto a nossa...
Mas, é claro, que as roubadas não vem só pela rede... bares, boates, um simples cinema e lá está ela, à espreita, pronta prá te dar o bote num momento de distração.
Ontem, voltando prá casa de um baile, resolvi retomar a história - do site, não do relacionamento... Estou inaugurando a série "tempo de roubada"... Se quiserem colaborar, mandem suas próprias histórias... ou dêem risada com as minhas e das minhas amigas...
Há uns meses atrás, dessas conversas sobre as roubadas em que nos metemos (ou nos colocam, porque nem sempre é culpa nossa) eu e um amigo pensamos em criar um site prá contar histórias especificamente sobre as paqueras virtuais (antes que vc se pergunte, sim, já frequentei os tais sites de namoro!!!). A idéia era contar histórias, mostrar os sinais mais comuns de que se trata de uma roubada e dar dicas de como sobreviver ao namoro pela net... Depois nos afastamos e a história ficou por isso mesmo - tanto a do site quanto a nossa...
Mas, é claro, que as roubadas não vem só pela rede... bares, boates, um simples cinema e lá está ela, à espreita, pronta prá te dar o bote num momento de distração.
Ontem, voltando prá casa de um baile, resolvi retomar a história - do site, não do relacionamento... Estou inaugurando a série "tempo de roubada"... Se quiserem colaborar, mandem suas próprias histórias... ou dêem risada com as minhas e das minhas amigas...
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